Na capital temos dificuldades com mobilidade, Seja transporte público ou menos com estacionamento. O TJ não disponibiliza nenhuma política que favoreação o servidor, nesse sentido gostaria de solicitar um trabalho seja através de pesquisa,um estudo do caso ou algum convênio algo que nós auxilie de fato nessa dificuldade diaria.
Em pesquisa por palavra no programa...não foi possível encontrar a palavra "concurso" nem 'Cargo Efetivo". Primordial forma de acesso ao serviço... penso que o respeito aos institutos, em todas as suas facetas, deveria ser prioridade, uma vez que chave para evitar-se arbitrariedades na distribuição de funções e atividades entre os cargos, bem como da impessoalidade e efetividade dos serviços, sem sobrecarregar ninguém.
Eu, Kelson De Bona Porton, TJA de Criciúma proponho que o Sindicato emcampe uma a ideia de uma cooperativa de crédito dos servidores. Que se inicie como uma cooperativa de seguro de veículos e depos se vá evolundo.Que essa cooperativa sirva para fazer financiamento de empréstimos a juros baixos (até para finaciamento de graduação, mestrado ou doutorado). Se o SIDEJUD dá dinheiro, imagina uma Cooperativa dos Servidores. Dá para financiar um monte de coisas e a longo prazo, até um SEGURO GREVE caso necessário e o TJ venha cortar salários.
Realmente, a ideia do seguro greve é bem oportuna, haja vista a falta de regulamentação de greve no serviço público, cujos servidores ficam a mercê da discricionariedade do Poder Público, que de democrático não tem nada.
Proponho uma comissão para a gestão de uma pauta "inversa": levar ao TJ a disposição de debater a produtividade e a adequação de cargos e funções visando maior eficiência aos números gerais do TJ. Ajudando a administrar entenderíamos melhor a máquina.
Gostaria que fosse discutida novamente a questão das 6 horas diárias. Com o SAJ5, nosso trabalho passou a ser definitivamente de digitador. Temos limites físicos... estou com 36 anos, há 13 no judiciário e não acho que tenho que me sujeitar todos os anos a tratamento da LER, sem falar nada.
Venho aqui propor a ampliação do Programa Tele-Trabalho, já que com o aumento de pessoal trabalhando fora dos cartórios judiciais, haverá diminuição no consumo de energia elétrica, de água, de café, de papel, de itens de escritório e entre outros. Ainda, com o menor número de funcionários dentro do estabelecimento físico forense, não haverá a necessidade de uma grande estrutura física para compreender o fórum, havendo diminuição, inclusive, nos custos de alugueis, construções e reformas de espaços para funcionamento dos fórum e todas as despesas relativas. Com o menor patrimônio físico, o Tribunal também se preocupará mais com o funcionário, podendo ofertar um melhor salário e oferecendo mais cursos de qualificação. E o profissional terá um ganho de qualidade de vida.
A Minha proposta é pleitear junto ao TJSC a contratação de um plano de saúde que atenda de forma adequada a todos os servidores e dependentes, cobrindo cirurgias, internações, tratamentos e exames, com contrapartida ínfima por parte dos servidores, em substituição ao modelo atual.
Precisamos regulamentar o sistema de plantão que há muito deixou de ser opcional, para remunerar os plantonistas ao invés dos dias de folga que só se acumulam.
Precisamos discutir premiações em dinheiro por metas de produtividade e a possibilidade de cumprir processos de comarcas com trabalho em atraso, em sistema de mutirão remunerado e voluntário.
Na capital temos dificuldades com mobilidade, Seja transporte público ou menos com estacionamento. O TJ não disponibiliza nenhuma política que favoreação o servidor, nesse sentido gostaria de solicitar um trabalho seja através de pesquisa,um estudo do caso ou algum convênio algo que nós auxilie de fato nessa dificuldade diaria.
ResponderExcluirEm pesquisa por palavra no programa...não foi possível encontrar a palavra "concurso" nem 'Cargo Efetivo". Primordial forma de acesso ao serviço... penso que o respeito aos institutos, em todas as suas facetas, deveria ser prioridade, uma vez que chave para evitar-se arbitrariedades na distribuição de funções e atividades entre os cargos, bem como da impessoalidade e efetividade dos serviços, sem sobrecarregar ninguém.
ResponderExcluirEu, Kelson De Bona Porton, TJA de Criciúma proponho que o Sindicato emcampe uma a ideia de uma cooperativa de crédito dos servidores. Que se inicie como uma cooperativa de seguro de veículos e depos se vá evolundo.Que essa cooperativa sirva para fazer financiamento de empréstimos a juros baixos (até para finaciamento de graduação, mestrado ou doutorado). Se o SIDEJUD dá dinheiro, imagina uma Cooperativa dos Servidores. Dá para financiar um monte de coisas e a longo prazo, até um SEGURO GREVE caso necessário e o TJ venha cortar salários.
ResponderExcluirA parte final da proposta foi a que mais me interessou .... SEGURO GREVE ... amei a ideia!!!!
ExcluirGleydy
Realmente, a ideia do seguro greve é bem oportuna, haja vista a falta de regulamentação de greve no serviço público, cujos servidores ficam a mercê da discricionariedade do Poder Público, que de democrático não tem nada.
ExcluirProponho uma comissão para a gestão de uma pauta "inversa": levar ao TJ a disposição de debater a produtividade e a adequação de cargos e funções visando maior eficiência aos números gerais do TJ. Ajudando a administrar entenderíamos melhor a máquina.
ResponderExcluirGostaria que fosse discutida novamente a questão das 6 horas diárias. Com o SAJ5, nosso trabalho passou a ser definitivamente de digitador. Temos limites físicos... estou com 36 anos, há 13 no judiciário e não acho que tenho que me sujeitar todos os anos a tratamento da LER, sem falar nada.
ResponderExcluirApoio a ideia. Seis horas já!!!
ExcluirVenho aqui propor a ampliação do Programa Tele-Trabalho, já que com o aumento de pessoal trabalhando fora dos cartórios judiciais, haverá diminuição no consumo de energia elétrica, de água, de café, de papel, de itens de escritório e entre outros.
ResponderExcluirAinda, com o menor número de funcionários dentro do estabelecimento físico forense, não haverá a necessidade de uma grande estrutura física para compreender o fórum, havendo diminuição, inclusive, nos custos de alugueis, construções e reformas de espaços para funcionamento dos fórum e todas as despesas relativas.
Com o menor patrimônio físico, o Tribunal também se preocupará mais com o funcionário, podendo ofertar um melhor salário e oferecendo mais cursos de qualificação.
E o profissional terá um ganho de qualidade de vida.
A Minha proposta é pleitear junto ao TJSC a contratação de um plano de saúde que atenda de forma adequada a todos os servidores e dependentes, cobrindo cirurgias, internações, tratamentos e exames, com contrapartida ínfima por parte dos servidores, em substituição ao modelo atual.
ResponderExcluirGostei da ideia.
ExcluirPrecisamos regulamentar o sistema de plantão que há muito deixou de ser opcional, para remunerar os plantonistas ao invés dos dias de folga que só se acumulam.
ResponderExcluirPrecisamos discutir premiações em dinheiro por metas de produtividade e a possibilidade de cumprir processos de comarcas com trabalho em atraso, em sistema de mutirão remunerado e voluntário.
ResponderExcluirPrecisamos debater com o TJ a necessidade do atendimento ao público (balcão) por sete horas diárias, diante do acesso integral ao processo eletrônico.
ResponderExcluirLutar pela implementação de ganho real para os próximos anos como uma forma de compensar o desconto previdenciário (que atingirá os 14% em 2018).
ResponderExcluirPlantão remunerado amigos!
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