Se aproxima a data da eleição da nova diretoria do Sinjusc.
No próximo dia 24/11 teremos que decidir o que queremos como política e atuação sindical para o futuro próximo.
Todos nós, servidores do Poder Judiciário, estamos cientes das dificuldades que enfrentamos e já vislumbramos os tempos difíceis que virão à frente.
Que tipo de representação queremos para encaminhar nossos anseios e reinvindicações?
Que tipo de postura esperamos de nosso sindicato?
Tenho 34 anos de serviço dentro do PJSC. Vi muita coisa, aprendi muita coisa, conheci muitas pessoas, fiz muitas amizades.
E é com alegria que vejo muitos amigos e colegas na composição da Chapa 1 - Inovar.
Alguns trabalham próximo a mim, outros conheço há longo tempo, outros ainda não tive o prazer de conhecer pessoalmente, mas conheço sua atuação na luta em favor dos servidores.
São pessoas experientes, comprometidas e sérias. Que decidiram doar parte de seu tempo e experiência na difícil tarefa de levar as reinvindicações de todos nós para a administração do TJSC.
No próximo dia 24/11 vamos escolher como queremos ser vistos. Como parte integrante do Poder Judiciário Catarinense, ou como mera classe coadjuvante que está aqui para servir à magistratura.
Uma das grandes reinvindicações da categoria é a valorização do serviço prestado. O reconhecimento não se dá unicamente através de salários e gratificações, se dá pelo reconhecimento de que, junto com a magistratura, somos parte importante do Poder Judiciário, todos juntos a serviço de nosso verdadeiro patrão, o povo.
E é o povo que paga nosso salário, não o TJSC.
Quando reinvindicamos nossos direitos, o pagamento em dia daquilo que nos é devido, simplesmente queremos que nos deem o que o povo nos paga. Não é nenhum favor, é obrigação.
Não concordo com a visão de que é desrespeitoso reinvindicar e exigir direitos. Até porque o respeito é uma via de mão dupla e não é opcional. É um comportamento esperado de todo servidor público e não pode ser utilizada como plataforma de campanha.
Também não devemos confundir respeito e educação com subserviência.
Nos últimos anos vimos os resultados da política do "cafezinho". Não funcionou.
Vemos serem alardeados os pagamentos de atrasados como conquistas. Não somos tolos assim.
A política de alcova regada a café foi um fracasso.
Temos que inovar em nossa postura, inovar em nossa forma de fazer política, inovar em nossa auto estima.
Somos servidores do Poder Judiciário Catarinense e merecemos ser tratados com respeito e dignidade.
Por esta razão deposito total confiança na chapa 1 - Inovar.
Dia 24/11 vamos mudar, vamos inovar.
INOVAR - A chapa dos servidores.
Carlos Alberto Furtado
Matrícula - 2164
Analista de Sistemas - DTI.

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